segunda-feira, 20 de junho de 2011

A hora e a vez dos estudantes!

Primeiro foi Micarla e agora será Rosalba. Mas, o que há de novo?
A juventude não quer discurso, que ação!
Não basta de dizer que se vai investir em educação, queremos sentir isso na prática, no dia a dia.
Não senhores Deputados afirmarem que a UERN representa um peso para o estado, que deveria ser federalizada. Dez anos atrás ser federal significava ter problemas financeiros, como ainda hoje temos. O que mudou foi que nos últimos anos houve investimentos federais no ensino, nada capaz de reverter o problema nacional, mas, trouxe uma realidade em que se permite sonhar com um futuro mais prospero. O que falta a esse estado é uma atitude, trabalhar para que a universidade seja um agente de transformação e não de descaso. Que o Instituto Internacional de Energia Renováveis com enfase em Energia Eólica, não seja apenas mais um órgão do estado para subtrair impostos e taxar setores produtivos. Porque tal instituto não pode ser criado pela UERN. O estado tem duas ZPEs travadas pela burocracia, onde deveria haver o progresso. O que se faz é expor problemas, esquecendo das oportunidades, tipico do mal gestor!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Inseto

Que inseto é esse?
Que sumiu com o verde e trouxe o lixo para as calçadas.
Que inseto é esse?
Sumiu com a merenda das criancinhas.
Que inseto é esse?
Cadê os remédios e médicos?
Que inseto é esse?
Espalhou seus ninhos, grandes buracos, já caí num deles!
Que inseto é esse?
desovou na tribuna, contaminou o diário e o novo não acrescenta nada.
Que inseto é esse?
Que inseto é esse?
Quer impedir o povo de dizer o que pensam.
Que inseto é esse?
Vi no minuto e só nele!
Que inseto é esse?
Parece borboleta?!
Que inseto é esse?
Não gosto dele vou lhe tirar as asas!
Que inseto é esse?
Que inseto é esse?
Que inseto é esse?
É do partido verde e não vale nada, é uma piada!


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Audiência Pública sobre Autonomia Financeira da UERN

A velha história de autonomia financeira numa universidade em que não se pensa, num país onde o ensino superior é acéfalo.
Alguém conhece um brasileiro que tenha concluído uma graduação no Brasil e de seu trabalho de conclusão de curso tenha criado uma empresa, que essa empresa tenha lhe rendido um mestrado e/ou doutorado? Eu não conheço aqui, mas, é essa a história da gigante Google.
Precisamos nos voltar para a produção de conhecimento, patentes, divisas.
Precisamos deixar de pensar pequena e seguir a vida.
Perdemos muito tempo discutindo autonomia financeira e esquecemos de pensar e produzir conhecimento.
"Se teus projetos forem para um ano, semeia o grão. Se forem para dez anos, planta uma árvore. Se forem para cem anos, educa o povo" máxima chinesa.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

#ForaMicarla

Ontem foi um dia inesquecível para a juventude de Natal!
Pela primeira vez desde a ditadura um movimento se mantém entre os jovens sem que haja motivação externa ou nacional, é um assunto local.
É fato os problemas decorrentes de uma má administração, as soluções são simples: manter um corpo de secretariado permanente do inicio ao fim do mandato sem tantas trocas, escolher para esses cargos pessoas que trabalhem na área, com formação e conhecimento prático de tais questões. Me parece porém que a atual prefeita quis reinventar o conceito já existente de qualidade de gestão, quis da um choque e acabou sendo eletrocutada. Palhaçada, é nisso que dá querer ter uma maioria na bancada e ceder aos aliados.
Uma vez eleito governo por quem lhe tenha elegido, vira-se para o povo é arriscar isso e isso a que me refiro é este movimento que tinha tudo para não dar certo, mas, mostrou-se que ainda está no começo e que pode sim crescer. Claro que pensar na retirada da prefeita do poder é difícil, sobre tudo porque ao que parece ela é muito mais uma má gestora do que propriamente uma criminosa do colarinho branco, verde para ela. Está num partido e não sabe o que é meio ambiente, se soubesse não teríamos a cidade como um lixão, pois é assim que ela se encontra atualmente. Acredito que tenha se filiado ao partido por simpatizar com os animais, iguais aos secretários que ela mantém.
Outro ponto a se falar é que o movimento tenha como liderança estudantes, a presença de outras entidades por mais notória que fosse passava despercebida. Esse fato esconde algo que ninguém ousou dizer: a juventude voltou a pensar, mesmo tendo sido exposta a décadas de educação precária.
Nós queremos não pensar, mas, expressar no opinião. Não será um secretário semialfabetizado que conseguirá reverter essa realidade.
Menos ainda ficaremos covardes diante de comentários que surgiram das mãos de pessoas que escrevem com o dever de parecer que chegou antes, mesmo sabendo que o trem já está longe e que será impossível chegar a tempo.
Ontem, primeiro de junho de 2011 começou o que considero mais importante: o conceito de eleger, assim ano que vem promete ser um ano de eleições que vencerá quem tiver no currículo não apenas um bom discurso, mas, competência para cumprir tudo o que tiver dito.
Não apenas a prefeita desagrada, a governadora também segue o mesmo caminho de sua companheira de palanque. Está perdendo tempo de mais olhando para o passado quando já deveria ter mostrado a que veio, quem muito se desculpa ou perder tempo apontando a culpa, deixa passar as melhores oportunidade e quando se dá conta já é tarde!
A UERN está nesse movimento não por outro motivo, mas, porque os jovens que nela estudam não estão infectados com a bactéria do retardo mental disseminada pelo reitor e sua trupe de pessoas que desconhecem "qualidade", jamais leram essa palavra em um dicionário de verdade.
Ontem foi um dia que caminhei muito e não estava só. Não era o primeiro nem podia ver o último.
Ontem foi um dia em que por um momento em senti orgulho de ser potiguar mais uma vez, porque o que estava ali era o sentimento de insatisfação por todos os motivos que sei que nem preciso citar e mesmo assim vão afirmar.
A UERN espero que siga seu rumo fortalecendo o que gera lucro, o estudante não os documentos, o ensino não a burocracia, a pesquisa não o fingimento.
Em fim, o #foraMicarla só é ruim para os maus políticos, ou seja, esses que estão aí!